São estas!
24.2.10
23.2.10
Always learning from experience
Hoje tive de explicar a uma amiga minha como é que faço a "gestão" de determinada parte da minha vida. Até aí não tinha dispensado muito tempo a pensar nisso, foi sempre uma questão de vontade e algum bom senso. A conversa começou mais ou menos assim: Como é que tu consegues ir para a cama com os gajos sem te envolveres? Sim, porque tu não te envolves, tu comes os gajos mas não lhes ligas nenhuma, é como se nada fosse. Como é que tu fazes isso? Tive(mos) um ataque de riso, até chorei. Este comentário, vindo de outra pessoa qualquer, poderia ser considerado um bocadinho insultuoso, se dirigido a outra pessoa qualquer. Sendo que nem a minha amiga nem eu achamos mal ir para a cama com um homem sem haver uma ligação afectiva, esta questão é perfeitamente normal. Ela tinha curiosidade, apenas porque ela própria está convecida que não é capaz de o fazer. Ora, ao conversar com ela, fui colando peças, que junto agora à análise que fui fazendo aos homens que me levaram e que eu levei para a cama. Acima de tudo, cada um deles me ensinou algo sobre mim própria, que é o mais importante obviamente. É verdade que depois de um casamento de 12 anos com o homem que foi o primeiro e único até ao fim, o sexo era para mim uma barreira algo imponente. Custou-me ultrapassá-la, mas consegui. E desde aí, tenho aprendido algumas coisas:
1. Foi passar a barreira, mais para me testar a mim do que outra coisa qualquer. Correu bem, não custou nada, mas sem qualquer interesse posterior.
2. Aprendi que o gajo dar-me mais pica a mim do que eu a ele não é lá grande coisa. Jogar sempre em igualdade de circunstâncias. A repetir se e só se eu sentir que lhe dou tanta pica como ele a mim. Ele que se decida. A ver.
3. Aprendi que a impressão inicial sobre alguém pode ser completamente errada. A sabedoria é muitíssimo mais importante do que o tamanho. Um fulano de estatura franzina e aparentemente frágil que depois se revela um mágico na cama. Ficou tudo em aberto e tem muito interesse, mas o facto dele não ser cá da terra não é lá muito prático.
4. Aprendi que é possível ter um parceiro sexual altamente satisfatório sem haver qualquer outro ponto em comum. Só nos entendemos bem mesmo na cama, de resto... não temos mais nada em comum. E tudo bem.
5. Aprendi que sou capaz de engatar, manipular e levar um gajo para a cama. E sou capaz também de manter o interesse dele aceso depois, e levá-lo para a cama as vezes que eu quiser.
E com o 4 e o 5 aprendi que não me faz confusão nenhuma manter dois parceiros simultaneamente. Cada um no seu género, ambos igualmente bons. Às vezes apetece-me um, outras vezes apetece-me o outro.
Com todos percebi que a intimidade é puramente espiritual, que o corpo e o sexo são apenas a natureza a seguir o seu curso. Dos que ainda mantenho contacto, com alguns consigo conversar, outros nem por isso, e tendo tido sexo com estes homens, não tenho, nem pretendo ter intimidade com nenhum deles. O facto de com eles partilhar a cama não significa que tenha de partilhar mais o que quer que seja, ao ponto de nenhum dos meus amigos sequer os conhecerem, apesar de algumas pessoas saberem da existência deles. É assim que os quero, não pretendo com nenhum deles ir jantar, ou ir ao cinema ou essas coisas, o que não quer dizer que não o possa vir a fazer, talvez um dia calhe que estejamos os dois com fome e nem um nem outro tenhamos outras coisas para fazer, até pode ser. Já ir beber um copo não me importo, é diferente. Agora, não há cá confianças nem misturas, só sexo. E está muito bem assim.
1. Foi passar a barreira, mais para me testar a mim do que outra coisa qualquer. Correu bem, não custou nada, mas sem qualquer interesse posterior.
2. Aprendi que o gajo dar-me mais pica a mim do que eu a ele não é lá grande coisa. Jogar sempre em igualdade de circunstâncias. A repetir se e só se eu sentir que lhe dou tanta pica como ele a mim. Ele que se decida. A ver.
3. Aprendi que a impressão inicial sobre alguém pode ser completamente errada. A sabedoria é muitíssimo mais importante do que o tamanho. Um fulano de estatura franzina e aparentemente frágil que depois se revela um mágico na cama. Ficou tudo em aberto e tem muito interesse, mas o facto dele não ser cá da terra não é lá muito prático.
4. Aprendi que é possível ter um parceiro sexual altamente satisfatório sem haver qualquer outro ponto em comum. Só nos entendemos bem mesmo na cama, de resto... não temos mais nada em comum. E tudo bem.
5. Aprendi que sou capaz de engatar, manipular e levar um gajo para a cama. E sou capaz também de manter o interesse dele aceso depois, e levá-lo para a cama as vezes que eu quiser.
E com o 4 e o 5 aprendi que não me faz confusão nenhuma manter dois parceiros simultaneamente. Cada um no seu género, ambos igualmente bons. Às vezes apetece-me um, outras vezes apetece-me o outro.
Com todos percebi que a intimidade é puramente espiritual, que o corpo e o sexo são apenas a natureza a seguir o seu curso. Dos que ainda mantenho contacto, com alguns consigo conversar, outros nem por isso, e tendo tido sexo com estes homens, não tenho, nem pretendo ter intimidade com nenhum deles. O facto de com eles partilhar a cama não significa que tenha de partilhar mais o que quer que seja, ao ponto de nenhum dos meus amigos sequer os conhecerem, apesar de algumas pessoas saberem da existência deles. É assim que os quero, não pretendo com nenhum deles ir jantar, ou ir ao cinema ou essas coisas, o que não quer dizer que não o possa vir a fazer, talvez um dia calhe que estejamos os dois com fome e nem um nem outro tenhamos outras coisas para fazer, até pode ser. Já ir beber um copo não me importo, é diferente. Agora, não há cá confianças nem misturas, só sexo. E está muito bem assim.
22.2.10
Esbarramentos
Como já disse, há coisas que sei, apesar de não saber explicar porque é que as sei. Mas isso é só um pormenor técnico. Sei por exemplo, que uma determinada situação do meu passado vai ter o desfecho no futuro. No presente não existe, se calhar podia existir, mas não existe porque se não reúnem as condições que eu considero necessárias para tal. Contudo sei que, um dia, essas condições se reunirão, e sei também que nada necessitarei de fazer nesse sentido. Basta apenas esperar, ou melhor, basta deixar que o tempo passe naturalmente, e um dia, não sei quando, mas um dia, aquele tipo vai atravessar-se novamente no meu caminho e que irá acontecer o que deveria ter acontecido há 15 anos. É por causa destas coisas que cada vez mais penso no que uma amiga minha me diz frequentemente. Ela está convicta que nada acontece por acaso. A vida vai em determinada direcção, conduzimo-la às vezes conscientemente, outras vezes nem tanto, mas há coisas que têm de acontecer e por muitas voltas que a vida dê, elas acabam por acontecer. Mesmo que durante muito tempo não se pense sequer nelas, mesmo que durante muito tempo por motivos vários se rejeite até a simples ideia, há decididamente situações impossíveis de contornar, mesmo não fazendo rigorosamente nada para que aconteçam. A mim pelo menos, acontecem-me, eu sei.
Negação
Revi um filme que me encanta. A Festa de Babette. Ou como os prazeres do corpo são negados pela suposta redenção da alma. Não posso, não posso com isto! Somos corpo e somos alma. Não somos só corpo nem só alma, ok? Sentimos, desejamos, e não há volta a dar-lhe. Fomos ensinados durante séculos a negar tudo isso. Só que não se pode negar o que é real. Não se podem negar estes factos. A questão é outra, é o que fazemos e como lidamos esta realidade, do sentir, do desejar. Mas se pelo menos admitirmos estes factos, parece-me que vivemos muito melhor, independentemente do que se faça com eles. O filme anda à volta de comida, de um magnífico jantar e de como um grupo de pessoas vê o prazer da comida como a encarnação do demónio. Fazem um pacto, de que não emitirão uma palavra sobre as iguarias que lhes são apresentadas. Lindo é ver que depois de saborearem todos os pratos e o champagne mais o vinho e o licor, as feições alteram-se-lhes, a nuvem negra sobre aquelas alminhas desaparece, as bochechas ficam coradinhas e os sorrisos despontam naturalmente. É sobre comida, mas para mim aplica-se perfeitamente a montes de outras coisas.
20.2.10
50% / 50%
Descobri que a minha sogra (sim, não consigo pensar nela nem referir-me a ela como ex-sogra) me odeia. Descobri por altura do Natal. Palavras dela: "Ela, para mim morreu, e quem é amigo do ...... devia fazer a mesma coisa." Ora, isto, não me surpreendeu, nadinha. Só não sei se ela me odeia mais porque dei com os pés ao seu fabuloso filho, o que aceito apesar de não concordar com a parte do fabuloso, ou se por eu ter feito o que ela queria ter feito também mas nunca foi capaz. Porque apesar de agora o marido lhe proporcionar uma existência mais ou menos pacífica, durante muitos anos, "nos meus melhores anos", palavras dela também, não foram felizes. Muito pelo contrário.
Perspicácia
Já há algum tempo que tinha a uma impressão, uma desconfiança. Mas calei-me. Havia sinais muito subtis que para mim eram reveladores. Mas calei-me. Nem sequer pensava muito nisso. Ontem à noite fui jantar a casa do meu compadre e depois fomos beber um copo com um casal de amigos e o meu irmão juntou-se a nós. Fomos de propósito a um bar onde já sabiamos que iriam estar mais amigos. Pois muito bem, lá estavam os outros, juntamo-nos todos, tudo muito bem. Conversa-se um bocado, fuma-se, um copo ou dois. Não ficamos muito tempo, viemos embora relativamente cedo, os outros que já lá estavam, lá ficaram. À saída do bar, o meu irmão puxa-me ao lado e diz-me ao ouvido: Olha lá, aquele gajo que estava lá, o "coiso" quer-te saltar, não quer? Pronto, afinal não era só impressão minha.
19.2.10
Frete
A verdade é que vou ter de fazer uma incursão pelas sapatarias da cidade. A verdade é que o pé que está na extremidade da perninha marota tem-me doído. Tem-se sentido desconfortável dentro das botas. A verdade é que vou ter de comprar calçado novo. Eu que gosto tanto destas merdas de ir às compras, que caraças. Vou apostar em sapatilhas, está decidido. Meto-me numa daquelas lojas enormes só de coisas de desporto e devo conseguir resolver o problema em pouco tempo. Acho que sim.
Efervescente
A minha rotina matinal passa por, a caminho do escritório, parar sempre no mesmo café para beber a meia de leite de golada, que os senhores já sabem que eu gosto dela morna e pegar no maço de tabaco já colocado ao lado da chávena. Agora o maço de tabaco já não é diário, só dia sim, dia não. Como todos os dias, enquanto bebo a meia de leite contemplo o filho do dono do café que com os seus vinte e poucos aninhos é um bálsamo para os olhos. Todo ele é uma delícia, bonito, alto e bem constituído e meiguinho, um doce de menino. Acontece que hoje a rádio estava a tocar uma música que em tempos provocava uma espécie de efervescência dentro de mim. E eu gostava dessa sensação. Hoje não senti efervescência nenhuma, e também gostei.
17.2.10
F.A.Q.
O que fazer quando o coração diz para ir numa determinada direcção e o bom senso diz exactamente o contrário?
O que fazer quando a paixão esquecida no canto mais longínquo do peito de repente, desponta e quer oxigénio para vingar e o cérebro fecha automaticamente todas as brechas?
O que fazer quando se vislumbra um futuro estimulante mas inseguro e por outro lado se sabe que o presente estável irá um dia desabar?
O que fazer quando só por causa de uma mera e remota hipótese se começa a sofrer de véspera?
O que fazer quando o instinto manda arriscar mas a lucidez acena constantemente com as responsabilidades?
Tantas perguntas sem resposta... tudo por causa do puto do trabalho. Que merda!!!
O que fazer quando a paixão esquecida no canto mais longínquo do peito de repente, desponta e quer oxigénio para vingar e o cérebro fecha automaticamente todas as brechas?
O que fazer quando se vislumbra um futuro estimulante mas inseguro e por outro lado se sabe que o presente estável irá um dia desabar?
O que fazer quando só por causa de uma mera e remota hipótese se começa a sofrer de véspera?
O que fazer quando o instinto manda arriscar mas a lucidez acena constantemente com as responsabilidades?
Tantas perguntas sem resposta... tudo por causa do puto do trabalho. Que merda!!!
Toca
E com o corpo molinho e a cabeça levezinha cheguei a casa e o pijama e o sofá chamavam por mim. Não resisti e deitei-me pensando que às vezes, o melhor que temos a fazer é realmente rastejar para nossa toca, e ficar, assim, quietinha e quentinha e guardar, pois tudo o que se faça a seguir é a mais, é para estragar.
14.2.10
Face-lift
Pois que eu hoje resolvi mudar o meu quarto. Troquei móveis de sítio, tirei a televisão duma coisa esquisita que mais parecia um aranhiço agarrado à parede, despedi a mesa de cabeceira da sua função habitual e promovi um cadeirão a mesa de cabeceira. Ficou tudo muito bem. Aproveitei o lanço e fiz uma inspecção às gavetas do armário já que tive de as tirar do armário para lhe poder mexer, que eu não tenho super poderes. Gosto muito, fica mais espaçoso e acima de tudo, está diferente. Falta-me comprar dois candeeiros para o tecto, sim tem dois pontos de luz, que ainda têm os tristes fios e as ainda mais tristes lâmpadas porque em oito anos nesta casa nunca se chegou a acordo sobre o estilo dos candeeiros. Admito que nos últimos anos nem sequer se falava mais nisso, deixou simplesmente de ter interesse. Agora, altamente foi ter feito isto tudo sem dar cavaco a ninguém. Sem ter de negociar com ninguém, sem ter de verificar antes se as ideias agradam ao co-habitante do quarto. Por isso, quando vir uns candeeiros que goste compro-os e acabou. Isso é que me sabe bem. Penso, decido e faço. Pronto, está feito. Eu gosto. É para mim.
12.2.10
Waste
Ia há pouco na rua e observava duas mulheres que caminhavam alguns metros à minha frente. Pararam em todas as montras de lojas de roupas. Até que acabei por alcançá-las visto que não parei. Fiquei a pensar. Este Inverno comprei 3 peças de roupa para mim. E só porque o meu trabalho me permite adquirir artigos às fábricas que os produzem a preço quase de custo. Comprei 3 peças de cachemira, que me custaram cerca de 35 dólares, envio incluído. Não comprei sapatos nem botas, nada de calças ou camisolas. Ah, comprei o vestido que deveria ter usado na passagem de ano e que ficou no armário pelo motivo que já expliquei. Não vejo qualquer utilidade em comprar coisas das quais não se precise, em quantidades maciças. Conheço pessoas que compram roupa ou calçado todas as semanas. Ou todos os meses. Não percebo. Nem sequer conseguem usar tudo, só se mudassem de roupa três vezes por dia e mesmo assim duvido. Mas tudo bem, que se queira comprar porque se pode, porque aquele dinheiro não faz falta, até aceito. O que não compreendo por mais que me esforce é porque que caralho se compra roupa ou sapatos para depois ter de contar os trocos do fundo da bolsa quando é preciso leite ou iogurtes, ou arroz ou fruta para alimentar os filhos. Essa merda é que me baralha toda. Eu não sou capaz de gastar dinheiro em coisas de que não preciso, muito menos quando tenho outras coisas muitíssimo mais importantas a fazer, tipo comprar a outra metade da minha casa, é uma questão de definir prioridades. Depois pretendo ainda fazer uma viagem que será adequada ao orçamento que me restar. Mas isto, não são coisas essenciais, podemos até chamar-lhes supérfluas se quisermos. Agora a alimentação, e o conforto, que também é importante, da família colocados em risco, ou diminuidos por causa de ter mais uns casaco ou mais uns pares de botas? Conheço gente deste calibre, infelizmente. E é gente que não vive de salário mínimo, é gente com rendimento bem acima da média, mas que só se preocupa com ostentar. Importa é fazer passar a ideia de que têm, não importa nada se dentro de portas as crianças passam frio porque a conta do aquecimento é alta, não importa se as crianças não têm o que comer excepto pão com manteiga e massa com massa ou arroz com arroz, porque a partir de determinada altura do mês já não se vai ao supermercado comprar carne nem peixe nem fruta. Mas as gordas prestações para a moradia com piscina e para o carro de alta cilindrada não podem falhar, isso não, seria a desgraça. E roupinha nova com fartura também é fundamental. Pois... ele não estica, ele esbanja-se.
11.2.10
Pain
Acabei 2009 e comecei 2010 com dores. Já estamos em Fevereiro e tenho dores. Nunca mais acaba, esta merda. Já meto nojo de tantas dores. Mas antes dores no corpo do que dores na alma, porque essas são as piores. E dessas, não tenho, há muito tempo.
9.2.10
Valentine
Juro que não entendo esta merda do dia dos namorados. Para mim deveria haver o dia dos casados em vez do dia dos namorados. Quer dizer, os namorados não deveriam precisar de um dia especial para comemorar ou para passar tempo juntos, essa merda deve ser natural. Já os casados, e principalmente os que têm filhos, coitados, esses estão à esperinha, como de pão para a boca de uma noite especial, em que possam empandeirar os filhos para os avós ou padrinhos ou babysitters, e disfrutar de um belo jantar, e de um bocado bem passado a dois, quem sabe uma pequena loucura e passar a noite fora, quem sabe... É que a rotina de um casal, ou melhor, de uma família dá cabo do romance, ninguém se iluda. Então dê-se aos casados a oportunidade de comemorar, de fugir da rotina, de fazer um truquezito e apimentar a relação. Dê-se aos casados o Valentine's day. Os namorados cuja relação não seja já apimentada sem precisar de requerer a datas especiais nem deviam ser namorados sequer, bleargh! Já estar casado, ter filhos e manter a chama viva não é fácil, dá mesmo bastante trabalho. E quem disser o contrário mente.
Filmes
Troca de SMS com o meu compadre, que está de dieta após uma análise ao sangue que revelou resultados medonhos:
Para cá: Oi
Para lá: Oi
Para cá: Estou a ver o banquete (referência ao filme "A festa de Babette")
Para lá: Fazes bem. Já que não comes vês comer. Eu estou a ver o arma mortífera. Já que não dou porrada vejo dar.
Para cá: Porca
(uma chamada e várias gargalhadas depois)
Para cá: Ca puta de fome.
Para lá: Eu também foda-se. E mais não estou a ver o banquete. Faz um chazinho que enche barriga.
Para cá: Porca
(está muito repetitivo, ele, hoje...)
Para cá: Oi
Para lá: Oi
Para cá: Estou a ver o banquete (referência ao filme "A festa de Babette")
Para lá: Fazes bem. Já que não comes vês comer. Eu estou a ver o arma mortífera. Já que não dou porrada vejo dar.
Para cá: Porca
(uma chamada e várias gargalhadas depois)
Para cá: Ca puta de fome.
Para lá: Eu também foda-se. E mais não estou a ver o banquete. Faz um chazinho que enche barriga.
Para cá: Porca
(está muito repetitivo, ele, hoje...)
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