6.10.09

Dicionário III

Bluff: palavra ou acto que tem por fim intimidar, sem que haja a intenção de executar a ameaça.

Diccionário II

Coerência: conformidade entre factos ou ideias; nexo, conexão.

5.10.09

Nula

Quando decidimos alguma coisa baseando o nosso raciocínio em acontecimentos que ainda não tiveram lugar mas apenas naquilo que pensamos que vai acontecer, conta verdadeiramente como uma decisão? Deveria contar se todas as possibilidades foram calculadas, se elaborarmos uma teoria à volta de várias hipóteses. Por outro lado, se apenas contamos com uma hipótese, já nem sequer se pode dizer teoria, pois se a única nos parece a mais provável, é quase uma certeza. E quando temos a certeza, ou quase, o resto passa a ser acessório. Voltando à questão, se todas as possibilidades forem estudadas, as teorias devidamente formuladas, dependendo do que depois vier a acontecer a decisão tomada previamente será posta em prática. O facto de nenhuma das hipóteses se vir a concretizar deverá ser sempre considerada uma teoria em si, e neste caso é fundamental que exista também uma decisão previamente tomada, que tanto como em todas as outras deverá ser aplicada com a mesma convicção.
Eu tenho cenas destas, de elaborar hipóteses e de tomar decisões com antecedência. Naturalmente, das várias hipóteses que formulo há sempre uma que tem mais probabilidades de se vir a verificar. Normalmente não me engano muito, são mais as vezes que acerto do que as que não acerto. E também muitas das vezes, a hipótese que posteriormente se verifica não é a que me convém mais. Apesar de saber desde o início que não é a hipótese que mais me agrada, sei sempre que é mais forte, e nem sequer dou mais crédito à teoria ideal, só porque era isso que eu gostava que acontecesse. O que é certo é que a desilusão, é nula. Naquele momento sim, é nula. E também tenho cenas em que tenho quase a certeza do que vai acontecer, em que todas as teorias à volta parecem inúteis, e que além disso nem é sequer a minha hipótese preferida. Mesmo assim, tenho momentos em que tudo isto é tão quase real, estou tão convencida que vai acontecer (ou não acontecer) que a desilusão é nula. Fica apenas uma pontinha, ainda que amarga, de satisfação por ter tido a lucidez de prever o que iria acontecer.

4.10.09

E esta hein?

E não é que um dos tais amigos do americano giro me telefona a convidar-me para ir ao teatro com ele hoje à noite? Azar amiguinho, hoje fico por cá, obrigada mas fica para a próxima.

So full of shit

Ontem à noite repetiu-se uma situação que me mostra como no geral os portugueses são uns cagões no que diz respeito a abordar uma (ou mais do que uma) mulher à moda antiga. Sim, porque as modernices do mundo virtual não contam, falo da abordagem cara a cara, de meter conversa, de olhar de frente. Os homens portugueses são uns verdadeiros cagões. E a culpa é quase toda das mulheres portuguesas. Eles já fartinhos de levar com umas trombas até ao chão, com uns "estás parvo ou quê? desanda!" e similares, e também com narizes retorcidos e esgares de desprezo, simplesmente deixaram de se dirigir às mulheres que até lhes possam parecer justificar uma investida. As mulheres, francamente não as entendo. Tendo este tipo de atitude só perdem, eles já desistiram de fazer o avanço inicial, o que obriga a que elas o façam, mas quase todas se acham tão boas que não mexem o cú para nada. Olham e disfarçam sorrisinhos de caganeira, e esperam que eles venham. O mais certo é levarem com o nariz de fedor (a condizer com o sorriso de caganeira) e irem por onde vieram com o rabo entre as pernas e a orelhita caída. Pobres dos homens. Mas o pior de tudo, é que as mulheres se transformaram em ditadoras. Não dão cavaco a gajo nenhum porque partem do príncipio que eles só as querem levar para a cama. Elas depois vão, claro que vão, para a cama, nem que para isso tenham de fingir que estão bêbadas (a desculpa universal: a bebedeira) mas deve ser para se sentirem superiores. O que me leva a tirar uma conclusão que me entristece bastante. Se por um lado as mulheres (que abundam na fauna nocturna por onde tenho passado) se cortam imediatamente quando um gajo as aborda porque partem imediatamente do princípio que ele quer sexo significa que elas também estão a pensar nisso (porque ele provavelmente quer sexo, eles querem quase sempre) o que releva a meu ver alguma hipocrisia. Por outro estão automaticamente a colocar-se na plataforma da gaja desejável e a reduzir as possibilidades de todo um mundo paralelo que inclui diversão, discussão, conhecimento e convívio saudável, que acredito lhes seja desconhecido. Perdem assim oportunidade de travar conhecimento com gente que até poderá trazer-lhes algo de novo, na pior das hipóteses uma ou duas gargalhadas. Um sorriso e um "obrigada mas não, estou à espera do meu namorado" desarma qualquer gajo, não custa nada e manda-o embora imediatamente, não lhe destruindo contudo a auto-confiança e a desenvoltura para abordar a próxima. Ninas, não sejam parvas. Deixem os ninos continuar a tentar, faz-lhes bem. Sejam espertas e simpáticas em vez de cabras. Faz-vos ainda melhor. A prova está no americano que meteu conversa comigo e com a minha amiga ontem à noite, que jantou no mesmo restaurante que nós, acompanhado duma mulher, e que cá fora durante a pausa para o cigarro se dirigiu a nós e perguntou: did you enjoy your meal? Assim, simples. E a conversa fluiu daí, e depois apareceu a amiga que se apresentou imediatamente e se revelou extremamente simpática, americana também. E ficamos a saber que este americano de Nova Iorque trabalha cá em Portugal desde Janeiro e que adora este país. E a amiga veio visitá-lo e era para ficar 10 dias e já vai em 3 semanas e ainda lhe falta outra para ir embora. E estas coisas são boas de se ouvir, ou não? Discutiu-se um pouco de tudo, política, sociedade, mentalidades, etc... O americano preocupado com o rumo de Portugal, com a economia europeia. Deve estar a pensar seriamente em cá ficar. A seguir apareceram 3 amigos portugueses do americano, tudo malta porreira, e assim se passou uma noite excelente, com pessoas que nunca tinhamos visto, conversa inteligente e divertida. E acabou-se a noite a trocar numeros de telemovel e com um convite: se quiserem visitar cá a terra, que tem muito que ver, fazer e contar, será um prazer voltar a conviver com este grupo de pessoas. E não me lixem, pode-se até pensar que "oh, eles querem é rambóia". Até podem querer, mas se entretanto houver diversão, discussão, troca de conhecimento, pelo meio de desvios às investidas (se as houver)não se perde tudo. E se ficar amizade só, pelo contrário, já se ganhou qualquer coisa. Sem excluir a possibilidade de alguma "rambóia", quem sabe? O americano é bem giro...

3.10.09

I'm a fire starter

Está toda arrumada no lugar que lhe foi destinado. Está pronta para cumprir o seu destino. Liberta o aroma que me traz à memória o eterno conforto da minha lareira. Esta lenha que acabam de me trazer irá aquecer o Outono que espreita tímido, e o Inverno que desconfio irá entrar pela porta da frente. Não há nada como o lume. Não há aquecimento que se compare a uma boa lareira acesa de manhã à noite. Acordar de manhã e ver a teimosia das brasas da noite pedindo ajuda para continuar, sem descanso, a arder.

2.10.09

There are boys, and there are men.

Por tudo o que tenho observado à minha volta nos últimos tempos confirmo a minha teoria de que uma mulher que tenha saído de uma relação recentemente é considerada uma presa fácil. Desde o fulano (mal) casado ao puto engraçado com a mania que é esperto, o objectivo é sempre o mesmo, debicar qualquer coisita. Nem é sequer necessário que essa mulher seja muito bonita ou atraente, não passa por aí. A ideia geral é que uma mulher nessas condições está vulnerável, frágil, carente e mais adjectivos paneleiros que se queira atribuir, ou que está de rastos, ou por último furiosa. Passo a explicar o que uma forma geral verifico que passa pela cabeça dos homens, que de propósito ou por acaso se deparam com mulheres recentemente separadas ou divorciadas ou saídas que uma relação séria:
1) estas mulheres estão tristinhas, magoadas e desesperadamente à procura de umas festinhas, que bem aplicadas facilmente acabam onde se pretende, em sexo.
2) estas mulheres estão com a auto-estima enterrada 3 metros abaixo do nível do mar, e com uns piropos bem esgalhados facimente acabam onde se pretende, em sexo.
3) estas mulheres estão profundamente ressabiadas, ofendidas e com sede de vingança, comem tudo o que se lhes atravessa à frente e, orientando as coordenadas para o sítio certo acabam onde se pretende, em sexo.
Mas, e se uma mulher sai de uma relação e nem está triste nem carente, tem a auto-estima nivelada pela realidade, não é ressabiada e se está a literalmente a cagar para qualquer vingança?
Essa de certezinha que está doente, psiquiatra com ela, já!

Lei de Murphy

Que mania é esta de se escrever Amor com maiúscula? Não percebo. Não se escreve inveja nem raiva nem medo, por exemplo, com maiúscula, pois não? Que bajulação é esta então? O amor, assim, como todas as outras emoções. Tudo igual, que assim é que é democrático. Hoje toda a gente fala de amor, anda tudo obcecado com o amor. Toda a gente quer encontrar o amor. Toda a gente tem medo do amor. Que psicose. Se não estivessem tão preocupados todos em encontrar o amor, talvez até o vissem passar ao lado. Ele passa e aparece de onde menos se espera. É só uma questão de o ver a aparecer. Depois decide-se se o que se faz com ele, cada um faz o que é o melhor para si. O problema é que muito boa gente o confunde com outras coisas, e bate-lhe no ombro e sorri. Depois ele vira-se e, (oh! o embaraço) lá vem o "ai desculpe, assim de costas confundi-o com outra pessoa" (quer dizer, com outra coisa). A diferença é que em vez de uns milésimos de segundo de embaraço, às vezes demora-se anos a perceber o engano. Ooops, enganei-me, não era bem isto, desculpe sim? E recomeça a dança. Ai que chatice isto do amor, é tão complicado... Não é nada complicado, é até bastante simples. Basta acreditar numa "lei" muito básica: A melhor forma de encontrar uma coisa é começar a procurar outra coisa qualquer.

1.10.09

É pena

O sonífero perfeito: trabalhar no Photoshop. Já há tanto tempo que não recorria a este amiguinho que me esqueci completamente que me dá sono. Ao fim de uma hora a mudar cores, a inserir desenhos e a rectificar formas bocejo de 5 em 5 minutos (no máximo) e tenho sérias dificuldades em manter os olhos abertos. É pena é ser a meio da tarde... merda! Vou poupar umas coisitas para logo à noite e em vez do comprimido tomo um 1 horita de Photoshop.

30.9.09

Sangue

Hoje fui tirar sangue. Corrijo, tiraram-me sangue. Para analisar uma série de coisas. A tal investigação sobre a minha insónia. Era bom se se pudesse analisar outras coisas além do colesterol, da diabetes, etc... Era bom se se pudesse pôr por escrito em linguagem técnica, com os valores encontrados e tal como no resto, com os devidos limites inferiores e superiores, as outras cenas que nos estão no sangue. Aquelas que só mostramos em situações limite e aquelas que no quotidiano nos saem sem esforço ou delas ter consciência. E era giro se estivessem escarrapachadas no B.I. Ai que agora já não é B.I. É outro cartão, que como ainda não tenho não lhe conheço a denominação exacta. E assim, quando alguém nos pedisse a identificação ficava a saber, além do grupo sanguíneo (nem sei se já lá está, no novo cartão) de que é que somos feitos. E podíamos puxar do cartão para mostrar a nossa "raça". Depois era ver a malta a discutir e a sacar dos cartões para provar as merdas. Ou então ver os gajos (e/ou as gajas) a mandar os cartões para cima da mesa, tipo jogo de poker e a ver quem tem os melhores valores para "ir a jogo". E assim não havia surpresas quanto ao carácter de ninguém. E depois mandávamos todos os maus carácter para um sítio muito longe, de onde não pudessem voltar. E depois juntavam-se as pessoas de acordo com os valores similares, era muito mais fácil fazer amigos. E depois as pessoas tinham relacionamentos de acordo com o "match" do cartão. Em vez de ir ver o horóscopo vai-se comparar o cartão. E depois fazia-se análises todos os anos para manter a informação correcta. Comparticipadas pelo estado, claro, que depois também não cobrava pela actualização do cartão. E depois em vez de 3 ou 4 horas de espera para ir fazer ou renovar o cartão tinhamos 3 ou 4 semanas, ou meses... Era bem, não era?

Questão importantííííííííííííííssima....

Estou mais gorda. Acumularam-se 2 quilos na barriga, ancas, coxas, rabo e mamas. Mais ou menos uniformemente. Há uns tempos atrás este peso a mais seria um problema, contudo agora hesito. Se a barriga, as ancas, as coxas e o rabo não precisavam de nem mais um grama, muito pelo contrário, as mamas estão muito melhores. Redondas, enchem o soutien, um miminho. Se faço dieta as medidas voltam ao normal, e o raio das mamas voltam a desaparecer. Não sei... é uma questão importantíssima na vida duma gaja. Como tal requer grande reflexão...

29.9.09

As you are

What do you prefer?

Ao telefone com o S. sobre uma amostra que lhe mandei.

S: What is this sample you sent me?
Eu: You remember that when we went to the factory they were producing the same quality but with a thinner yarn. This sample is the first trial after adjusting the machine to a thicker yarn.
S: What do you prefer?
Eu: I prefer as the original sample, ours is too soft.
S: What do you prefer? Thick or thin?

Experiência

Resolvi experimentar. Decidi ajudar. Deitei-me por volta das 00:30h, tinha tomado o comprimido às 23:00h. Não liguei a televisão nem peguei no meu livro. Apaguei a luz e fiquei quietinha. Pensei: vamos lá ver o que vai acontecer. Sentia algum frio, não muito, só um pouco de desconforto. Deixei-me estar. Não me mexi, nem um milímetro. Rapidamente o meu corpo aqueceu. Primeiro as mãos, depois os braços, e só a seguir as pernas e os pés. No silêncio, de olhos fechados, o meu corpo relaxado, quentinho e a minha cabeça ainda a mil. Nem ponta de sono, desperta, completamente alerta. Atenta a todas as sensações. Não me lembro de tal situação, é que ou estou já meia grogue de sono quando me deito na cama depois de já ter dormido 1 ou 2 horas no sofá, ou estou enervada e ligo a televisão para anastesiar, mas tanto a cabeça como o corpo estão despertos. Assim foi diferente, obriguei o corpo a ficar quieto, coisa que nunca tinha feito. A cabeça, gostaria muito de a poder desligar mas nesse aspecto ela é uma perfeita insubordinada.

28.9.09

Barbaridades

Fui ao médico hoje. À médica, para ser exacta. A senhora não é lá muito simpática, o que não me faz diferença absolutamente nenhuma. Prefiro médicos competentes a médicos simpáticos. Ouviu-me com atenção, fez algumas perguntas e inseriu as respostas no computador. Disse-me finalmente que estou a fazer tudo mal. Enumerou uma série de coisas que não se devem fazer à noite porque perturbam o sono. Ora, eu faço-as todas, e mais algumas que já não me apeteceu contar-lhe, porque de certeza que perturbam o sono e como todas as que ela enumerou eu confirmei que eram meu hábito, achei que já era demais. Perguntou-me depois se aconteceu alguma coisa comigo ou na minha vida que pudesse ser a causa da insónia. Respondi-lhe que sim, mas que já não. Sim, aconteceu, mas já não será a causa da insónia. Só porque já é passado e porque tive entretanto 3 semanas de férias que normalmente resolveriam o problema do cansaço, por exemplo. Ou seja, não faz sentido que eu tenha tanta dificuldade em adormecer. Pois muito bem. Tenho uma boa meia dúzia de papéis onde se podem ler pedidos de análises ao sangue, imagino a tudo o que for possível analisar no sangue, além de um electrocardiograma, mais um raio X ao tórax e uma mamografia. Vou andar ocupada nas próximas semanas, está visto. Queremos certificar-nos que as causas da insónia não são físicas, disse-me ela. Ok, pensei eu. Tem lógica. Fiquei a saber que a tiróide pode provocar insónia e uma anemia também. Aprendi qualquer coisa, vá lá. Receitou-me uns comprimidos de uma coisa natural chamada raiz de valeriana, para ajudar a regular o sono só até termos os resultados daquilo tudo. Estranhamente não me disse para tentar reduzir aos mais de 20 cigarros que fumo por dia, nem aos mais de 6 cafés que bebo por dia, nem deixar de ler e ver televisão ao deitar, as coisas que erradamente faço e que ela começou por enumerar. Achei muito estranho, todos os médicos que me passam pela frente invariavelmente me desancam quando admito as barbaridades do tabaco e do café. Ela não. Nem um pio, nem uma expressão de reprovação. Esta médica é das minhas, vai esperar pelos resultados dos exames e das análises e aí sim, vou levar uma ensaboadela daquelas valentes, e o pior é que ela me vai esfregar com as provas no focinho. Vai ser bonito.

Escape

27.9.09

Mais uma

conclusão a que chego sobre mim, que se verifica estar correcta. Nunca fazer seja o que for tendo dúvidas. Só quando tenho a certeza é que sei que não me vou arrepender. E como conheço bem as minhas fraquezas, há momentos em que nem sequer me chego perto da mais remota possibilidade delas virem ao de cima. Se não me sentir em forma, não vou a jogo. Não vou onde me sinta em desvantagem logo à partida. Ou as condições são semelhantes ou nem vale a pena jogar.

26.9.09

Amateurs...

«Ain't we all?...»

You don't get to say you're sorry

"You don't get to say you're sorry, cause you'd only feel better. And you don't get to feel better"

Pede-se desculpa para que fique tudo bem, para que nos perdoem ou pede-se desculpa apenas para aliviar o peso da culpa que se tem dentro do peito? Eu apostaria que 90% das vezes em que se ouve a palavra, o objectivo é o segundo. Quantas vezes o fazemos porque nos sentimos mal, e o que a outra pessoa sente nem nos ocorre? Quantas vezes o fazemos mesmo porque não queremos que a outra pessoa não fique zangada ou magoada, porque nos preocupamos com o sofrimento que causamos? E quantas vezes dizemos que foi sem querer? Adianta alguma coisa vincar bem que foi sem querer? Apaga o acto? Dói menos se for sem querer? Vou continuar... Somos crianças? Somos tolinhos que não pensam no que fazem? A esses, damos-lhes o devido desconto. Mas gente adulta e inteligente não se pode dar ao luxo de dizer que foi sem querer. Gente adulta tem de pensar naquilo que faz. Tem de estar atenta àqueles de quem gosta. Tem de pensar nas consequências. Seria bom se fosse possível dizer: Ok, esta não valeu, vamos lá começar tudo de novo outra vez. Isso é que era bom. Mas não é assim que funciona. Actos ou palavras impensadas acarretam consequências. Há quem consiga lidar com elas, e por muito que custe, aceitá-las e seguir em frente. Outros há que se portam como tolinhos. You fools...