dança-la é consideravelmente melhor.
Ele nem acreditava no que lhe estava a acontecer, tão giro.
Um amor.
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26.3.10
13.3.10
Se
Se um dia ela se despir, ela gosta de ser despida, se algum dia ela se despir para ele, será com isto a tocar:
23.2.10
Always learning from experience
Hoje tive de explicar a uma amiga minha como é que faço a "gestão" de determinada parte da minha vida. Até aí não tinha dispensado muito tempo a pensar nisso, foi sempre uma questão de vontade e algum bom senso. A conversa começou mais ou menos assim: Como é que tu consegues ir para a cama com os gajos sem te envolveres? Sim, porque tu não te envolves, tu comes os gajos mas não lhes ligas nenhuma, é como se nada fosse. Como é que tu fazes isso? Tive(mos) um ataque de riso, até chorei. Este comentário, vindo de outra pessoa qualquer, poderia ser considerado um bocadinho insultuoso, se dirigido a outra pessoa qualquer. Sendo que nem a minha amiga nem eu achamos mal ir para a cama com um homem sem haver uma ligação afectiva, esta questão é perfeitamente normal. Ela tinha curiosidade, apenas porque ela própria está convecida que não é capaz de o fazer. Ora, ao conversar com ela, fui colando peças, que junto agora à análise que fui fazendo aos homens que me levaram e que eu levei para a cama. Acima de tudo, cada um deles me ensinou algo sobre mim própria, que é o mais importante obviamente. É verdade que depois de um casamento de 12 anos com o homem que foi o primeiro e único até ao fim, o sexo era para mim uma barreira algo imponente. Custou-me ultrapassá-la, mas consegui. E desde aí, tenho aprendido algumas coisas:
1. Foi passar a barreira, mais para me testar a mim do que outra coisa qualquer. Correu bem, não custou nada, mas sem qualquer interesse posterior.
2. Aprendi que o gajo dar-me mais pica a mim do que eu a ele não é lá grande coisa. Jogar sempre em igualdade de circunstâncias. A repetir se e só se eu sentir que lhe dou tanta pica como ele a mim. Ele que se decida. A ver.
3. Aprendi que a impressão inicial sobre alguém pode ser completamente errada. A sabedoria é muitíssimo mais importante do que o tamanho. Um fulano de estatura franzina e aparentemente frágil que depois se revela um mágico na cama. Ficou tudo em aberto e tem muito interesse, mas o facto dele não ser cá da terra não é lá muito prático.
4. Aprendi que é possível ter um parceiro sexual altamente satisfatório sem haver qualquer outro ponto em comum. Só nos entendemos bem mesmo na cama, de resto... não temos mais nada em comum. E tudo bem.
5. Aprendi que sou capaz de engatar, manipular e levar um gajo para a cama. E sou capaz também de manter o interesse dele aceso depois, e levá-lo para a cama as vezes que eu quiser.
E com o 4 e o 5 aprendi que não me faz confusão nenhuma manter dois parceiros simultaneamente. Cada um no seu género, ambos igualmente bons. Às vezes apetece-me um, outras vezes apetece-me o outro.
Com todos percebi que a intimidade é puramente espiritual, que o corpo e o sexo são apenas a natureza a seguir o seu curso. Dos que ainda mantenho contacto, com alguns consigo conversar, outros nem por isso, e tendo tido sexo com estes homens, não tenho, nem pretendo ter intimidade com nenhum deles. O facto de com eles partilhar a cama não significa que tenha de partilhar mais o que quer que seja, ao ponto de nenhum dos meus amigos sequer os conhecerem, apesar de algumas pessoas saberem da existência deles. É assim que os quero, não pretendo com nenhum deles ir jantar, ou ir ao cinema ou essas coisas, o que não quer dizer que não o possa vir a fazer, talvez um dia calhe que estejamos os dois com fome e nem um nem outro tenhamos outras coisas para fazer, até pode ser. Já ir beber um copo não me importo, é diferente. Agora, não há cá confianças nem misturas, só sexo. E está muito bem assim.
1. Foi passar a barreira, mais para me testar a mim do que outra coisa qualquer. Correu bem, não custou nada, mas sem qualquer interesse posterior.
2. Aprendi que o gajo dar-me mais pica a mim do que eu a ele não é lá grande coisa. Jogar sempre em igualdade de circunstâncias. A repetir se e só se eu sentir que lhe dou tanta pica como ele a mim. Ele que se decida. A ver.
3. Aprendi que a impressão inicial sobre alguém pode ser completamente errada. A sabedoria é muitíssimo mais importante do que o tamanho. Um fulano de estatura franzina e aparentemente frágil que depois se revela um mágico na cama. Ficou tudo em aberto e tem muito interesse, mas o facto dele não ser cá da terra não é lá muito prático.
4. Aprendi que é possível ter um parceiro sexual altamente satisfatório sem haver qualquer outro ponto em comum. Só nos entendemos bem mesmo na cama, de resto... não temos mais nada em comum. E tudo bem.
5. Aprendi que sou capaz de engatar, manipular e levar um gajo para a cama. E sou capaz também de manter o interesse dele aceso depois, e levá-lo para a cama as vezes que eu quiser.
E com o 4 e o 5 aprendi que não me faz confusão nenhuma manter dois parceiros simultaneamente. Cada um no seu género, ambos igualmente bons. Às vezes apetece-me um, outras vezes apetece-me o outro.
Com todos percebi que a intimidade é puramente espiritual, que o corpo e o sexo são apenas a natureza a seguir o seu curso. Dos que ainda mantenho contacto, com alguns consigo conversar, outros nem por isso, e tendo tido sexo com estes homens, não tenho, nem pretendo ter intimidade com nenhum deles. O facto de com eles partilhar a cama não significa que tenha de partilhar mais o que quer que seja, ao ponto de nenhum dos meus amigos sequer os conhecerem, apesar de algumas pessoas saberem da existência deles. É assim que os quero, não pretendo com nenhum deles ir jantar, ou ir ao cinema ou essas coisas, o que não quer dizer que não o possa vir a fazer, talvez um dia calhe que estejamos os dois com fome e nem um nem outro tenhamos outras coisas para fazer, até pode ser. Já ir beber um copo não me importo, é diferente. Agora, não há cá confianças nem misturas, só sexo. E está muito bem assim.
7.2.10
Instinto
Vi-o três ou quatro vezes, sempre no mesmo local. Apanhei-o outras tantas a olhar para mim. Não desviou os olhos quando os meus se fixaram nos dele, ao longe. Senti intensidade naquele olhar. Gostei. Há uns dias por acaso, mesmo por acaso, atravessou-se no meu caminho e eu, como não sou tímida não hesitei, ele também não e atirou o convite, tudo normal, conforme previsto. Exigi um destino que nenhum de nós conhecesse. Muito bom, boa música, o início de uma noite bem passada, em boa companhia que acabou por confirmar a suspeita lançada por aquele olhar intenso. Não, definitivamente não me enganei. Intenso.
18.12.09
Sintonia
Deito-me e os lençóis trazem-me a suavidade da tua pele, e já não posso evitar tudo o que toma conta de mim. As minhas mãos já não são minhas, são as tuas que percorrem o meu corpo sofregamente, ávidas de mim, de ti, de nós... O fogo, louco... atrai os meus, os teus dedos que percorrem o caminho que tão bem conheces. Sentes-me? Quente, em brasa, pronta para ti... tortura. Acelero, o coração dispara, não páro, não pares agora...
16.12.09
Spark
Entramos, e enquanto tirava o casaco
Não tiraste os olhos de mim.
Fingi não perceber, sentamo-nos.
Finalmente encarei-te, não foi preciso mais.
Olhos nos olhos e incendiamo-nos.
Não tiraste os olhos de mim.
Fingi não perceber, sentamo-nos.
Finalmente encarei-te, não foi preciso mais.
Olhos nos olhos e incendiamo-nos.
12.12.09
Irracional
Ainda hoje o meu coração acelera e a minha pele se arrepia. Ainda hoje fecho os olhos e respiro fundo. Nada mudou portanto, Prince meu amor... há quanto tempo me cantas o Purple Rain?
8.12.09
Talvez
Ficou-me um gostinho amargo.
Eu achei que iria ser doce, não foi.
Foi bom, mas não foi doce.
Talvez nem haja doce.
Talvez, não sei.
Eu achei que iria ser doce, não foi.
Foi bom, mas não foi doce.
Talvez nem haja doce.
Talvez, não sei.
30.11.09
Abraço
Conheço-te a pele, as mãos, o sexo. Conheço-te os olhos, a boca, os lábios. Mas não te conheço o abraço. Aquele que se dá depois, aquele que diz que se está bem, exactamente onde se quer estar naquele momento. Aquele que mostra que mesmo tendo, não se tem pressa de ir, e que cristaliza o momento numa boa recordação. Não te conheço esse abraço, esse, não o deste. Nem eu to pedi.
15.11.09
Healing
DEPECHE MODE 14-11-2009 PAVILHÃO ATLÂNTICO
O som trespassa o peito e impõem o ritmo ao coração. Os olhos fecham-se e cada grave é um arrepio na espinha, que se estende pela pele molhada e quente. E no meio de milhares de pessoas estou só, no meio de milhares de pessoas não está lá mais ninguém, pois tudo, mas tudo é sentido como se fosse só para mim. Só para mim.
12.11.09
Perfect fit
Todas temos aquele par de calças que é o nosso preferido. Aquele que nos assenta bem, que nos conhece as curvas, que nos envolve o corpo sem hesitar. Conhecemos bem o prazer de vestir aquelas calças, podem ser de ganga ou de sarja, podem até ser de fazenda, mas são aquelas que nos fazem sentir bem, são as que nos fazem gostar das nossas ancas e coxas, sempre que baixamos os olhos e temos a perspectiva que nos faz sorrir por dentro.
Há homens assim, que nos assentam como uma luva, que nos envolvem não a mão, mas o corpo todo, sem hesitar. Há homens que nos conhecem as curvas, mesmo que seja a primeira vez, há homens que tal como as nossas calças favoritas, nos fazem sentir bem, nos fazem gostar do nosso corpo e nos fazem também, baixar os olhos e gostar daquela perspectiva, tão bem que ficam nas nossas ancas, entre as nossas coxas…
Há homens assim, que nos assentam como uma luva, que nos envolvem não a mão, mas o corpo todo, sem hesitar. Há homens que nos conhecem as curvas, mesmo que seja a primeira vez, há homens que tal como as nossas calças favoritas, nos fazem sentir bem, nos fazem gostar do nosso corpo e nos fazem também, baixar os olhos e gostar daquela perspectiva, tão bem que ficam nas nossas ancas, entre as nossas coxas…
22.8.09
19.8.09
Sabor
...as gotas de suor que do rosto me desciam até à boca e que eu saboreei de olhos fechados não eram minhas...
18.8.09
Odor
... na mesma medida em que vai lentamente desaparecendo eu vou percebendo que queria que ficasse...
16.8.09
Visão
És, como te tinha dito, uma belíssima visão. Ficas lá muito bem, tal como eu imaginava. Os restantes sentidos não ficam a nada perder, de maneira nenhuma. Volta sempre que quiseres.
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