Mostrar mensagens com a etiqueta fun. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta fun. Mostrar todas as mensagens
17.9.10
Manda foto
Ri-me tanto que até me deu um ataque de tosse e depois de conseguir compor-me lá respondi que ia pensar porque foi o que me ocorreu responder ao pedido que me fizeram hoje, um pouco antes do almoço, para eu enviar uma foto minha. Nua. Este pedido, não é assim tão ridículo se tivermos em conta que veio de alguém que já me conhece no sentido bíblico há bastante tempo e com quem eu estava hoje, um pouco antes do almoço, a falar para marcar um encontro para amanhã. E porque é que eu tive um ataque de riso de ir às lágrimas e à tosse convulsa? Porque eu, no fundo no fundo, entendi esta merda como um elogio. Cigarros, dai-me cigarros! Depressa!
21.8.10
Bouillabaisse
Em 2004 tive de ir a St Tropez trabalhar. É verdade, trabalhar, estranho não é? Mas o cliente em questão, depois de ter apresentado a colecção aos representantes europeus cá em Portugal e cá na terrinha, foi de férias para St. Tropez de mandou-nos lá ir ter com ele passado mais ou menos um mês para nos passar as encomendas. tratava-se de uma marca americana, e como as encomendas para a Europa já tínhamos, um mês depois teríamos as encomendas para os Estados Unidos. Preparámos os modelos todos e lá fomos, eu e a minha colega, de malas e sacos aviados para St. Tropez. Julho, calor filha da puta e o bikini devidamente guardado dentro da mala, obviamente. Se despacharmos o trabalho rapidamente ainda damos uns mergulhitos, pensamos nós. Pois muito bem, trabalhamos como umas burras, aturamos malucos de meia-noite mas tivemos uma tarde de domingo livre. Um dos comerciais de uma das fábricas que tinham trabalhado na colecção e que tinha as consequentes encomendas, foi lá ter connosco porque queria a informação que lhe tocava logo que possível e regressaria mais cedo do que nós. Almoçámos nesse dia no hotel onde estávamos todos hospedados. Todos porque além de mim e da minha colega, estava o nosso patrão, o nosso agente nos Estados Unidos, o tal comercial, o representante francês, a mulher, os filhos e a bábá, o dono da marca, a mulher os filhos e a bábá, e mais dois ou três capangas do dono da marca que além de lhe chegarem os cigarros, de lhe carregarem os sacos e de lhe tratarem das mais variadas merdas, também lhe organizavam as saídas e garantiam entrada em qualquer discoteca e/ou restaurante em St. Tropez. Um verdadeiro circo. Dizia eu, almoçamos nesse dia no hotel, no terraço ao lado da piscina e a estrela (o dono da marca) lembrou-se de mandar fazer uma Boullabaisse para o jantar (prato típico do sul de França, creio que é mesmo típico de Marselha, mas não tenho a certeza, é parecido com uma caldeirada de peixe) e perguntou aos convivas quem alinhava. Encomendou-se a Bouillabaisse então para o jantar. Tarde de sorna na piscina, tudo a jibóiar ao sol, nós as duas entretidas na conversa com o nosso colega português e com a mulher da estrela, muito simpática por sinal. A meio da tarde entram uns 4 ou 5 gajos munidos de guitarras e desatam a cantar espanholadas tipo Gipsy Kings lá ao pé do povo. Fartaram-se de cantar, já ninguém os podia ouvir, um desespero para todos os presentes menos para a estrela, é fã do género, ficamos a saber. No fim, a estrela aplaude entusiasticamente, faz sinal ao outros todos para aplaudirem também e grita: Très bien, on prend les gitans pour le dinner!!! Nós as duas deitamos as mãosinhas à cabeça, o nosso colega revira os olhos e diz: Creeeeeedo! Pensei que íamos comer peixe...
Etiquetas:
fun,
vivo para trabalhar ou trabalho para viver?
1.8.10
15.7.10
Look
Novo look.
Vai custar-me, mas já que se muda querendo ou sem querer, premeditadamente ou de surpresa, muda-se também o visual do blogue, porque não?
Vai custar-me, mas já que se muda querendo ou sem querer, premeditadamente ou de surpresa, muda-se também o visual do blogue, porque não?
12.7.10
Alta
Tenho a informar que o raio do regime funciona! Hoje de manhã a balança marcou menos dois quilos! Só me resta render-me às evidências, comer hidratos de carbono em quantidades industriais faz perder peso. É verdade que há pequenos detalhes que temos de eliminar como molhos, álcool e açúcar, mas podemos comer compotas e manteiga no pão, carne e peixe em quantidade razoável, e empanturrarmo-nos de arroz, massa e batatas. Não é nada mau. De modos que hoje estou em alta, um fim-de-semana excelente a todos os níveis e a cereja no topo do bolo: estou mais magra. Categoria!
7.7.10
Eficácia
O habitual é ser o grande a vir a chorar contra o pequeno. O grande é sossegado, o pequeno é atravessado. Normalmente o pequeno bate no grande, provoca-o e massacra-o. Mas às vezes, lá vem o pequeno a chorar contra o grande porque o grande, já pelos cabelos, lhe mandou um safanão que o fez, literalmente, voar. Confesso que tenho medo e ralho sempre, ao pequeno para não dar cabo da cabeça ao grande e ao grande para não magoar seriamente o pequeno. Ontem à noite, estavamos em casa dos meus pais, os grandes ainda sentados à mesa nas traseiras calmamente a tomar café, e os pequenos já na sala a ver televisão no sofá. As portas estavam todas abertas e ouvimos começar a discussão à conta do espaço ocupado por cada um no sofá. Eu olhei para os meus pais e para o meu irmão com a cara de "oh não, vai começar" e eles encolheram os ombros com a cara "vai lá impôr respeito antes que a coisa descambe". Mas, subitamente a discussão acabou, fez-se silêncio e vem o pequeno a chorar, braço estendido, o indicador a apontar em direcção à sala e ao sofá, e grita: "oh mãaaaaaaae, ele deu um peido para cima de mim!!!"
Explodimos todos a rir. Eu sei que devia ter ralhado, eles não costumam usar estas linguagens, mas juro que não consegui.
Explodimos todos a rir. Eu sei que devia ter ralhado, eles não costumam usar estas linguagens, mas juro que não consegui.
3.7.10
27.6.10
Aflição
Ontem fui para a praia com o P. Vi-me aflita. Ele não pára quieto. Vi-me aflita. Parecia possesso, e eu já a ver-me perdidinha. Aquilo não podia ser, resolvi que vinhamos embora, e quando cheguei a casa foi um fogo-de-artifício que mais parecia a noite de S. João, com a ligeira diferença que não era de noite, nem foi de artifício.
Parece impossível
Hora de almoço. à chegada a casa dos meus pais com os miúdos, que dormiram em casa do pai na noite anterior:
Mãe: Olha lá, sentiste o cheiro do pequeno?
Eu: Senti, é o perfume do pai, e que tem? Deve ter pedido ao pai para lhe pôr perfume, ele gosta.
Mãe: E não te importas?
Eu: Porque haveria de importar-me?
Mãe: Não tens saudades daquele cheiro?
Eu: (meti a expressão "tás maluquinha ou quê?") Não.
Mãe: Vá, diz lá, nem só um bocadinho?
Eu: Nada mamã, nadinha, ze-ro!!!
Ela: (meteu a expressão "tu não deves bater bem") Parece impossível...
Mãe: Olha lá, sentiste o cheiro do pequeno?
Eu: Senti, é o perfume do pai, e que tem? Deve ter pedido ao pai para lhe pôr perfume, ele gosta.
Mãe: E não te importas?
Eu: Porque haveria de importar-me?
Mãe: Não tens saudades daquele cheiro?
Eu: (meti a expressão "tás maluquinha ou quê?") Não.
Mãe: Vá, diz lá, nem só um bocadinho?
Eu: Nada mamã, nadinha, ze-ro!!!
Ela: (meteu a expressão "tu não deves bater bem") Parece impossível...
13.6.10
Tudo muito.
Muito Sol, muita música, muita noite, muito fumo, muita gente, muita gargalhada, muita festa, muita comida, muita bebida, muito sono em atraso, muito cansaço. Curiosamente, espírito muito leve.
28.5.10
Sempre dá!
Ontem, duas colegas minhas andaram a matar a cabeça com um pedido de uma malha com um determinado tratamento/efeito, que os nossos fabricantes garantiram que era impossível de reproduzir a cem por cento, mas que se conseguiria fazer algo de parecido. Ora, algo de parecido não dá, tem de ser igual, e eu meti-me ao barulho, o que não é difícil pois estamos na mesma sala, e concordei com elas que aquilo é possível. Lembrei-me de falar com um amigo meu, que por acaso é fornecedor de vários dos nossos fabricantes porque se ele não soubesse aquilo ninguém sabia, ele é fornecedor de malha. Hoje de manhã telefonei-lhe, expus o caso e perguntei-lhe se era possível ou não. Ele confirmou que sim e explicou como se faz, coisa que nós tinhamos imaginado, mas obviamente sem conhecimento dos detalhes técnicos. Ah, sempre dá! Ontem toda a gente nos disse que não, afinal não somos assim tão burras, disse-lhe eu, a entrar com ele. Ao que ele respondeu, naaaa, vós burras não sois, sois é chatas cumó caralho!!! Barrigada de riso, claro.
21.5.10
15.5.10
Memórias
Vi a minha primeira professora de piano. Está velhinha, de cabelo todo branco e bengala. Enquanto eu fumava o meu cigarro na esplanada, lascivamente aproveitando os raios de Sol, avistei-a do outro lado da estrada. Os mesmos lábios vermelhos e as mesmas sobrancelhas de risco preto que aos sete anos me fascinavam e agora me enternecem, e o mesmo corte de cabelo só que agora branco. Aquela mulher nunca teve uma aula de música na vida, mas ensinava miúdos e miúdas a tocar piano e acordeon. Uma auto-didacta, que se casou com um homem viúvo com vários filhos já adultos. As aulas eram dadas em casa dela, numa salinha contígua ao hall e muito raramente era permitida uma visita à cozinha para um copo de água. Foram uns anos de D. Quininha, depois passei para uma escola de música à séria e só mandei aquilo tudo à fava aos 14 anos. Era portanto uma menina muito prendada, tocava piano e falava inglês, devia ser francês mas serve. Ficou o piano, que está em casa dos meus pais, ninguém lhe toca nem o toca há muitos anos. Ficou a memória da menina prendada, bem comportada, a melhor aluna da turma, que atravessou a adolescência relativamente calma, e que só começou a dar dores de cabeça aos pais quando aos 15 anos resolveu que queria ser piloto da Força Aérea, foi até Lisboa sozinha para fazer testes na Base do Lumiar e só desistiu da ideia quando se apaixonou pelo homem que viria a ser o marido e o pai dos filhos. Pensava-se que tinha encarreirado, respirou-se fundo, mas não, está-lhe no sangue, divorciou-se ao fim de 12 anos de casamento, com duas crianças pequenas e está sozinha. Tudo de pernas para o ar outra vez.
13.5.10
Férias
A planificação das férias de Verão foi durante anos motivo de angústia para mim. As do ano passado foram as possíveis e por isso mesmo, foi muito simples. Além disso foram muito boas. Este ano o assunto já me estava às voltas na cabeça sem conseguir chegar a conclusão alguma. Primeiro é sempre necessário conciliar as minhas férias com mais seis pessoas, visto que trabalhamos todas na mesma sala e o escritório não fecha portanto têm de ser planeadas de maneira a que fique sempre alguém a segurar as pontas. Depois porque os miúdos vão estar com o pai de 1 a 15 de Agosto, o pai deles, pessoa organizadíssima, já tem as férias marcadas há meses, mas o facto da empresa onde trabalha fechar completamente naquele período determinado logo no início do ano clarifica imediatemente quando os funcionários podem marcar férias. Bom, hoje lá no trabalho ficaram decididas as nossas férias e vou estar uma semana de férias com os meus filhos. Só, pois. Custa-me é um facto. O pai vai estar duas semanas com eles e eu vou estar apenas uma e as outras duas vou estar sozinha. Então falei com eles, expliquei-lhes e perguntei-lhes o que lhes apetecia fazer nessa semana. Começaram por perguntar o que vão fazer o resto do tempo. Vão ficar na avó durante o dia, quando começarem as vossas férias grandes a mãe ainda vai estar trabalhar, depois a mãe fica de férias e vamos estar uma semana juntos, e a seguir vocês vão duas semanas para o Algarve com o pai, expliquei eu. Dilema: vamos para um sítio qualquer de avião, diz o mais velho; se for para andar de avião prefiro ficar em casa da avó, vão vocês, diz o mais novo. Ok, isto não vai ser fácil, penso eu. E se fossemos passar uma semana a qualquer sítio fixe, na praia, não muito longe para podermos ir de carro? Lancei o repto. Mas mãe, já vamos com o pai para a praia, porque não vamos para outro sítio sem ser praia? Boa questão, vamos lá escolher uma cidade porreira para visitarmos e vamos os três conhecer aquilo tudo? Ena mãe, grande ideia! Enquanto ligavamos o computador lembrei-me da Corunha, não é longe, tem mar e há montes de coisas para ver. Mas enquanto procuravamos hoteis lembrei-me de outra coisa. Mostrei-lhes na internet um hotel que descobri numa revista, a uma hora daqui, no meio do monte, ao pé de um rio, que tem programas de desportos radicais como escalada, btt, parapente e por aí fora, e ainda por cima dentro do orçamento previsto. Maravilha! Ficaram deliciados com o hotel, com a serra, com o rio, com a piscina, com o parque infantil, e gritaram: É este, mãe, é mesmo este! E, tinha lá uma foto de um helicóptero paradinho à frente do hotel (francamente nunca tinha visto aquela fotografia) Uau!!! Oh mãe, será que dá para dar uma volta de helicóptero? Sei lá, mas se realmente houver um programa que seja dar uma volta de helicóptero e não for muito caro, vamos andar de helicóptero! Já está, já mandei o e-mail com a reserva. Nunca decidi umas férias assim. Tão fácil, tão rápido e com tanta excitação.
Agora só me falta saber o que vou fazer nas outras duas semanas, sem filhos, sem pais que vão de férias precisamente nessa altura, e sem amigos que vão estar ainda todos a trabalhar, mas essa parte não há-de ser difícil.
Agora só me falta saber o que vou fazer nas outras duas semanas, sem filhos, sem pais que vão de férias precisamente nessa altura, e sem amigos que vão estar ainda todos a trabalhar, mas essa parte não há-de ser difícil.
27.4.10
Inspira, expira
Pela primeira vez na minha vida, saí ontem do ginásio com o ar de quem tinha de facto passado uma hora num ginásio. A t-shirt completamente molhada e as calças coladinhas às pernas. As trombas vermelhas e ligeiramente inchadas e a respiração ofegante. É verdade que os 10 minutos de bicicleta foram pedalados a velocidade superior à habitual, é certo que fiz 15 minutos de tapete com aquilo regulado no limite dos limites da velocidade a que se começa a correr, mas eu andei, recuso-me a correr que não quero entrar em despesas e com o meu pé pesado e estes kilos todos a martelar na passadeira ainda parto aquela merda toda, sim, não sou propriamente uma rapariga magra, tenho carne agarrada aos ossinhos, e também confirmo que as máquinas que utilizo normalmente para exercitar os músculos das costas carregavam 15kgs em vez dos 10kgs do costume. Portanto, desta vez acho que queimei meia dúzia de calorias. E admito que o ter estado, pelo meio dos meus exercícios, a contemplar a equipa de pólo aquático alegremente fazendo os exercícios de aquecimento, ali ao pé da piscina, pode ter ajudado a gerar uma quantidade considerável de suor neste corpinho.
17.4.10
Festa é quando a gente quiser
A qualquer hora, desde que apeteça, há festa cá em casa e dança-se como se não houvesse amanhã. É vê-los aos saltos, mete cantoria, mete pinchos do sofá para o chão e do chão para o sofá, passos de dança de cair para o lado, e muitas gargalhadas. Eu alinho mas não consigo acompanhá-los porque me desfaço a rir. Basta pôr isto a tocar. E garanto que toca muitas vezes, a qualquer hora do dia. Óh, está ali, alto e bom som!
13.4.10
7.4.10
Bem feito!
Tenho de admitir que me deu um bocadinho de gozo. O pai dos meus filhos revelou-me que os miúdos comentaram, no seguimento da questão das "amigas do pai", que "tu tens amigas mas a mãe não tem amigos".
Oh, que chatice, o gajo que fez um pé de vento (isto para ser educada) por que eu tinha um amante e porque queria era que ele saísse de casa para ir viver a minha nova vida com o meu amante, que quase me partiu o focinho, nem sei como escapei, que tentou pôr o mundo todo contra mim à conta da história do amante, que foi perturbar o sossego dos meus pais com estas intrigas, o gajo que armou a puta da confusão e que decidiu, cheio de peito sair de casa porque descobriu que a mulher o enganava, descobre agora através dos filhos que a mãe não tem "amigos". Oh, que chatice. É bem feito!
A mãe tem "amigos" que não tinha antes obviamente, os filhos é que não os conhecem, porque estes "amigos" não têm importância suficiente para isso.
Mas, também tenho de admitir que na altura me chateou um bocado ter levado com a fama de ter um amante, sem tirar qualquer proveito. Mas pronto, antes confusão com a consciência tranquila do que com ela pesada.
Oh, que chatice, o gajo que fez um pé de vento (isto para ser educada) por que eu tinha um amante e porque queria era que ele saísse de casa para ir viver a minha nova vida com o meu amante, que quase me partiu o focinho, nem sei como escapei, que tentou pôr o mundo todo contra mim à conta da história do amante, que foi perturbar o sossego dos meus pais com estas intrigas, o gajo que armou a puta da confusão e que decidiu, cheio de peito sair de casa porque descobriu que a mulher o enganava, descobre agora através dos filhos que a mãe não tem "amigos". Oh, que chatice. É bem feito!
A mãe tem "amigos" que não tinha antes obviamente, os filhos é que não os conhecem, porque estes "amigos" não têm importância suficiente para isso.
Mas, também tenho de admitir que na altura me chateou um bocado ter levado com a fama de ter um amante, sem tirar qualquer proveito. Mas pronto, antes confusão com a consciência tranquila do que com ela pesada.
30.3.10
Vou ter de ver isto
Assim como há músicas que provocam em mim uma reacção de quase náusea, há outras que também me mexem com as entranhas, mas em bom. Não deve ser normal, vou ter de ver isto.
Subscrever:
Mensagens (Atom)
