Tenho um amigo que é um grande fã da Mónica Belluci. Dizia-me ele há bocadinho no msn que ela é a mulher que mais lhe enche as medidas porque tem atitude, e eu, naturalmente gozei com ele lembrando-lhe que o que ele vê nos filmes não quer dizer nada... Continuou dizendo que como não pode encher as medidas com ela, que vai procurando um bocadinho de Mónica em cada mulher. Não resisti, e claro que tinha de meter nojo, porque em tempos este meu amigo, quando ainda não éramos amigos tentou engatar-me. Como não resultou ganhou, ao invés, uma boa amiga. A conversa que se segue foi bastante esclarecedora.
Eu: gostava era de saber se eu também tenho um bocadinho de Mónica, não ficava nada chateada.
(achei francamente que ele ia responder que tinha o cabelo, que é mais ou menos como o dela)
Ele: tens a atitude.
Eu: desculpa?
Ele: só do que conheço
como tu dizes, dos filmes
e reportagens e fotos ...
parece-me que ela tem atitude
isto é
parece-me uma mulher que sabe o que quer
que tem consciência
que uma mulher se quiser pode ter o mundo na mão
e ela procura isso
ter o mundo na mao
dominar
entendes?
Eu: entendo
e tu achas que eu tenho isso???
tás maluco pá
lol
Ele: sim, só na maneira de andar vê-se isso
Eu: ah???
como???
isto é cada revelação, hoje
lol
Ele: umas pedem licença
a uma perna para andar a outra
outras devem ter ovos no meio das pernas
Eu: lol
Ele: umas torcem-se todas que um gajo está sempre a ver quando parte a anca
outras, que é o teu caso
são determinadas a andar
e olham nos olhos de um gajo
não são daquelas que um gajo olha nos olhos e desviam o olhar
enfrentam o olhar
Eu: estou "baradinha da minha bida"
Ele: porquê?
Eu: porque sim
Ele: mas isso já tu sabias
Eu: não sabia que nisso era igual à Monica
lol
lol
segundo o teu ponto de vista
lol
Ele: eu também não conheço a Monica
Eu: pois não
lol
lol
Ele: até pode ser uma insossa
e então minha cara
podes ter a certeza que és bem melhor
Eu: LOL
Ele: se ela é assim só em frente às câmaras
tenho a dizer-te
és bem melhor
ela pode ter o melhor corpo do mundo
mas se depois não tiver sal...
(Acho que o meu "suposto" amigo ainda não desistiu de me engatar...)
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22.1.10
14.1.10
Classe
Para mim, num homem, a peça de roupa mais sexy será sempre uma camisa justa cujas mangas estão arregaçadas até ao cotovelo. Querem ver?
Benicio del Toro
10.1.10
Consolo
Ponham 5 adultos com idades compreendidas entre os 30 e 40 anos na mesma sala, dêem-lhes de comer e de beber com abundância, depois ponham-lhes uns comandos nas mãos e liguem um jogo na Play Station que se chama Buzz, continuem a fornecer bebidas em abundância, sentem-se e apreciem o festival de palhaçada que dá...
(e pensar que eu não queria ir... ainda bem que me obrigaram)
(e pensar que eu não queria ir... ainda bem que me obrigaram)
6.1.10
É a puta da loucura!!!
Há muitos anos atrás eu era uma rapariga muito bem disposta, sempre porreira, sempre com uma piada debaixo da língua para qualquer situação, de gargalhada fácil e sorrisos para dar e vender. Ora, com o passar dos anos e das desilusões, esta maneira de ser como que se esfumou. Foi-se para parte incerta, deu de frosques. Os sorrisos passaram a ser escassos, as piadas muito raras e as gargalhadas então, quase que era preciso meter requerimento para saltar uma cá para fora. Reparo que agora está de regresso uma característica que há muitos anos atrás eu tinha e que também tinha desandado da minha vida. Eu tinha de forma algo frequente ataques de riso incontroláveis e digamos, vá lá, muito chatos em determinadas alturas, despoletados por pequenas merdas que podiam ser uma expressão no rosto de alguém, e também, na maior parte das vezes, por alguma coisa que eu imaginava. E quando era algo que só se passava na minha mente, era obvimente muito difícil que alguém além de moi-même achasse graça. Mas eu ria, gargalhava alto e bom som, chorava de tanto rir, a pontos de ficar com dores no abdómen e nos maxilares. E não conseguia parar, quer dizer conseguia, mas só depois de muito chorar e gargalhar. Pior do que isto, é que mesmo depois, já controlada a situação, se me voltasse a vir à ideia a cena, desatava a rir outra vez, assim do nada, sem conseguir parar de imediato. Tolinha a rapariga, não deve ser boa da cabeça, era o que estava estampado nas caras de quem assistia a estes episódios. Pois bem, esta merda está de volta. Não posso fazer nada, está de volta. Aqui há umas semanas fiz esta triste figurinha quando vi a notícia do senhor que espatifou os militares na estrada ao lado do quartel de Tancos. Mau gosto, eu sei, coitados dos mancebos. Mas foi inevitável, eu só imaginava a carrinha bater-lhes, levanta-los e eles a cairem uns para um lado e outros para o outro. Mau, muito mau. Mas eu só me ria, e chorava de tanto rir a imaginar a cena. Isto ao almoço. Depois cheguei ao trabalho e fui ler as noticias online e há uma frase que me volta a provocar as gargalhadas. Qualquer coisa do género, maioritariamente ferimentos do foro ortopédico. Minha gente, foi de gritos, perninhas e bracinhos partidos, e imediatamente e minha mente distorcida vê os moços a voar e a tombar. Uma desgraça. Fui enxovalhada como é bom de ver, pelas minhas colegas de trabalho. E passei a tarde nisto, várias vezes me vinha isto à cabeça e começava a dança. Um verdadeiro festival de insultos de toda a espécie vindo das minhas queridas colegas. Acontece que aqui há dias, mais propriamente no dia de Ano Novo, estava eu a chegar a casa dos meus pais para almoçar, acompanhada do meu brother, que ultimamente tem sido o meu chauffeur privé, empoleirada em duas canadianas emprestadas, a que eu chamo carinhosamente muletas, e mesmo antes de chegar ao portão, o meu irmão alerta-me para as partes do piso que são escorregadias, para eu ter cuidado. Oh que caralho, foi o suficiente, comecei-me logo a rir, fiz logo o filme todo, só me via a escorregar, a estatelar o cú no chão, de pernas abertas e as putas das muletas a voar...
(e estou aqui a contar isto porque ontem à noite, ao deitar-me, não sei porque carga d'água, lembrei-me desta cena, do cú no chão e das muletas a voar, e tive outro ataque de riso, não posso mesmo fazer nada contra isto)
(e estou aqui a contar isto porque ontem à noite, ao deitar-me, não sei porque carga d'água, lembrei-me desta cena, do cú no chão e das muletas a voar, e tive outro ataque de riso, não posso mesmo fazer nada contra isto)
21.12.09
Boys
Quando se é mãe de 2 rapazes acaba-se a gostar de determinadas coisas típicas de rapazes. Carros, motas, aviões, jogar bilhar, jogar às cartas, coisas assim. Mas... Espera aí... Eu já gostava disto tudo antes... Ui... ainda bem que tive rapazes... Se eu tivesse de levar com Nenucos, ou Barbies, fitinhas, lacinhos, folhinhos, tiaras, brilhos, estrelas, corações, ai... nem quero imaginar... só um momento, estou a ficar enjoada, volto já.
16.12.09
Work out
Se esta merda já era um circo para estacionar todas as manhãs, agora que estão a fazer obras de recuperação no edifício daqui do lado é um inferno. Com menos uns 10 lugares, ocupados neste momento com areia, arames, tábuas, telhas, etc... temos de nos desenrascar da melhor maneira para conseguir vir trabalhar. Há quem deixe o carro no parque do supermercado ali do fundo da rua, há quem deixe nas inúmeras garagens desta rua, e há quem deixe em cima do passeio. Tudo mal, o problema é que não há um parque de estacionamento dentro de um raio de distância minimamente aceitável. Eu juro que se não tivesse de deixar os miúdos na escola viria a pé. Já fiz a experiência e sobrevivi. 20 minutos desde a porta do meu prédio até ao centro, sempre a subir, e depois mais 5 minutos para chegar aqui ao office. Acontece que está prestes a abrir um mini-parque de estacionamento nas traseiras de uma casa, Ok, porreirinho penso eu. Já lá estou. Mas 60,00€ por mês??? Merda para isto, é caro! Eu acho caro! Quer me parecer que vou continuar a fazer as minhas manobras milimétricas para estacionar uma carrinha que mais parece uma traineira em sítios que ninguém acredita. Se o caminho a pé me faria bem às pernas, as manobras fazem-me bem aos braços. Ok...
14.12.09
Always look at the bright side
O primeiro carro que tive foi um um carro usado, era pequenino, não estava em mau estado e não era potente. Era um carro porreirinho para uma miúda de 18 anos acabadinha de tirar a carta. Mas eu gostava dele. Isso de dizerem que não há amor como o primeiro é bem verdade, comigo e com os meus carros bate certo. O meu carro foi assaltado, numa noite fria que me gelou quando de manhã cheguei ao pé dele e vi o canhão da chave arrombado e um buraco no sítio do rádio. Fiquei doente, mas lá fui trabalhar. Chegada à empresa, contei a "percipécia" (adoro corromper esta palavra) à malta. Eu tristinha, chateada, revoltada, e diz-me um dos motoristas: "Oh menina, não se enerve, pense bem, era muito pior se lhe tivessem levado o carro e tivessem deixado ficar o rádio..." Quase que nos atiramos para o chão a rir. Desde esse dia que tento ver o "outro lado" da vida, às vezes é difícil de encontrar, mas tento. Seja o que for que nos aconteça, temos de pensar que poderia ter sido muito pior.
11.12.09
Suspiro
De cada vez que me olho ao espelho e me aborreço com as dimensões das coxas e da anca, levanto os olhinhos, pouso-os no decote e sorrio. Ah... que maravilha. Gosto mesmo das minhas mamas, agora. Pena que estejam prestes a ir à vida... É... a vida é feita de escolhas, e eu tenho de escolher entre ter um par de mamas minimamente aceitável ou caber nas putas das calças. Como não estou para comprar roupa nova, adeus mamas... azar.
10.12.09
3.12.09
And the Oscar goes to:
Por acaso, só por acaso, deparei-me com a melhor tradução de sempre na história do audiovisual em Portugal, (ui, que isto até rimou!) que como toda a gente sabe há-de ser das piores nações a traduzir títulos de filmes, séries, etc... Excepção seja feita a títulos básicos de uma palavrinha só como o Dallas, mas esses não contam como traduções certo? Nomes não se traduzem, dahaaaa!!!
Pois muito bem, senhoras e senhores, o Oscar para a categoria de "melhor tradução de título" vai para a série infantil (transmitida não sei em que canal, não fixei, mas que é um verdadeiro marco histórico):
Lazy town
Traduzido para português como:
Vila Moleza
(É ou não é do melhor? Hein?)
Pois muito bem, senhoras e senhores, o Oscar para a categoria de "melhor tradução de título" vai para a série infantil (transmitida não sei em que canal, não fixei, mas que é um verdadeiro marco histórico):
Lazy town
Traduzido para português como:
Vila Moleza
(É ou não é do melhor? Hein?)
27.11.09
Stretchy weekend
E eis que de repente, dois dias de sorna se transformam em quatro. Há lá coisa melhor do que um fim de semana que só acaba na terça-feira à noite? Há nada...
25.11.09
Gastronomia
Uma conversa que tive ontem fez-me pensar, e pensei.
Sou exigente, é verdade. A questão foi colocada de forma ligeira, foi comparada com snacks e boas refeições. Entre debicar uns snacks e esperar para ter uma boa refeição com tudo a que tenho direito, prefiro sempre esperar pela refeição, dá-me muito mais gozo sentar-me à mesa e disfrutar das entradas, do prato ou talvez dois e da sobremesa, tudo regado com um bom vinho, do que ir comendo snacks aqui e ali.
Nem sempre há é restaurante à altura. Mas eu sei esperar, nisso sou muito boa para não dizer excelente.
E posso sempre recorrer ao Guia Michelin, os melhores estão todos lá.
Sou exigente, é verdade. A questão foi colocada de forma ligeira, foi comparada com snacks e boas refeições. Entre debicar uns snacks e esperar para ter uma boa refeição com tudo a que tenho direito, prefiro sempre esperar pela refeição, dá-me muito mais gozo sentar-me à mesa e disfrutar das entradas, do prato ou talvez dois e da sobremesa, tudo regado com um bom vinho, do que ir comendo snacks aqui e ali.
Nem sempre há é restaurante à altura. Mas eu sei esperar, nisso sou muito boa para não dizer excelente.
E posso sempre recorrer ao Guia Michelin, os melhores estão todos lá.
24.11.09
Planeta X
Se os opostos se atraem, este lindo mês de Novembro só deveria ter-me trazido coisinhas boas, dado o meu "estado" negativo.
Mas não.
Aqui a nina anda mais por baixo e só lhe acontecem misérias. Devo viver noutro planeta onde as leis da Física tal como se conhecem na Terra não se aplicam.
É... deve ser isso. Tadinha de mim que está tudo contra mim, não tenho sortinha nenhuma, ai meu Deus o que é que eu faço?
P'ra já p'ra já só meto mesmo nojo, fazer fazer, começo já a fazer alguma coisa por mim abaixo este fim de semana. Ai não, não faço!
Mas não.
Aqui a nina anda mais por baixo e só lhe acontecem misérias. Devo viver noutro planeta onde as leis da Física tal como se conhecem na Terra não se aplicam.
É... deve ser isso. Tadinha de mim que está tudo contra mim, não tenho sortinha nenhuma, ai meu Deus o que é que eu faço?
P'ra já p'ra já só meto mesmo nojo, fazer fazer, começo já a fazer alguma coisa por mim abaixo este fim de semana. Ai não, não faço!
19.11.09
And your promisses will turn into lies
Não compreendo as mulheres que caem no conto do vigário, que acreditam nas promessas deles que até querem mas não podem, que é muito complicado, que vão resolver tudo e que vão ser só delas, bla bla bla... mas nunca mais se despacham, e elas ficam à espera, deixam-se estar, têm peninha deles, e tudo e tudo. Ora, este fadinho tem dois significados apenas: ou é tudo treta, o que faz deles mentirosos, o que é mau, ou é mesmo verdade fazendo deles uns grandessíssimos cagões, o que é péssimo. Pelos mentirosos consigo ter algum respeito, é preciso ser bom para manter uma mentira deste calibre e conseguir iludir completamente uma fulana. Já pelos cagões não consigo ter respeito nenhum. Têm medo, não têm coragem de perseguir o que querem, e ainda se fazem passar por vítimas - vómito - despertando a compaixão e as ternuras à gaja. Prefiro gajos que assumem que o que querem é o que nós sabemos, que não estão com rodeios, e que não iludem ninguém. Sim, aqueles mulherengos do piorio, tipo: é p'ra isto, se queres tudo bem, se não queres, há quem queira. Estes ao menos não são mentirosos e muito menos cagões, além de que são muito mais divertidos.
16.11.09
Home
And I thank you
For bringing me here
For showing me home
For singing these tears
Finally I found that I
Belong
Feels like home
I should have known
From my first breath
It's no good
Don't say you want me
Don't say you need me
Don't say you love me
It's understood
Don't say you're happy
Out there without me
I know you can't be
Cause it's no good
10.11.09
Ironia
Durante muitos anos passei despercebida onde quer que fosse. Nunca me importei com isso, aliás a grande maioria das vezes o objectivo foi mesmo esse. Ultimamente não tenho passado despercebida, o que não deixa de ser estranho. Não é a indumentária que chama a atenção, essa mantém-se mais ou menos a mesma desde há vários anos. Continuo com o meu estilo muito básico e sempre de tons escuros ou neutros. Nada chama a atenção, daí que é estranha esta sensação de não passar despercebida. Mais, comparando o meu aspecto com o das pessoas que me rodeiam, a lógica seria que eu fosse a última a chamar a atenção. Não uso saias, nem curtas nem compridas, não uso decotes que quase nada há para revelar num decote mais profundo, não uso roupa da moda nem com brilhos nem estampados vistosos, e também não me maquilho. Não sou alta nem esguia, muito pelo contrário. Mas também, não olho para o chão, não encolho os ombros, não murmuro, nem tão pouco me escondo. Olho em frente quando ando na rua, olho nos olhos as pessoas a quem me dirijo, falo-lhes abertamente e com um sorriso, e não sou tímida, longe disso. Se quero passar e alguém está no meu caminho não hesito em pedir para se desviarem e se me chamam respondo. O mais divertido disto tudo é que já me olharam de cima a baixo e eu a ver que naqueles olhos que me olhavam estava a expressão de quem estava convencido que estava a ver uma gaja gay. Tive a certeza. A roupa simples e a falta de pose levaram a criatura a pensar isso. Além disso, a forma como o olhei e lhe disse: "Com licença, já está servido? Posso passar?" deu-lhe a certeza absoluta, que se lhe traduziu na expressão do olhar, de que estava perante alguém com atitude de gajo, portanto, só pode ser fufa a gaja. E é isto, é esta a dedução que normalmente se faz. Como não tenho medo de existir, como não me visto de acordo com o último grito da moda nem me apresento cheia de "não me toques", só posso ser gay. Ironia das ironias... não sou gay, só não vou é em paneleirices.
5.11.09
Eu assino!!!
Comprei hoje outro par de sapatos de salto alto. Há cerca de um mês tinha comprado uns botins. No fim do verão comprei umas sandálias e em Março passado comprei também um par de sapatos. Todos de salto alto.
Mau!!!
Isto não é normal, ah não! Já vou em quatro pares de calçado de salto alto em poucos meses, alguma coisa no meu cérebro desligou, ou então alguma coisa entrou em "auto mode". Alguma função até aqui desconhecida disparou e começou a dar ordens aos olhos para se poisarem nos ditos, aos pés para os experimentarem e às mão para sacarem o cartão. Mas isto até se compreende, desconfio que a culpa é do cromossoma. Agora, a função mais complexa e díficil de desligar é a que afirma e confirma que gosta.
Dêem-me um papel onde esteja escrito que me vão internar que eu assino. Eu assino!!! Ráaaaapido...
Mau!!!
Isto não é normal, ah não! Já vou em quatro pares de calçado de salto alto em poucos meses, alguma coisa no meu cérebro desligou, ou então alguma coisa entrou em "auto mode". Alguma função até aqui desconhecida disparou e começou a dar ordens aos olhos para se poisarem nos ditos, aos pés para os experimentarem e às mão para sacarem o cartão. Mas isto até se compreende, desconfio que a culpa é do cromossoma. Agora, a função mais complexa e díficil de desligar é a que afirma e confirma que gosta.
Dêem-me um papel onde esteja escrito que me vão internar que eu assino. Eu assino!!! Ráaaaapido...
A doce e inocente J.
A J. é uma moça americana, de origem eslovaca que vive em Los Angeles e que trabalha no escritório que a empresa onde trabalho lá tem, em Los Angeles, USA.
Ontem, ao telefone com ela:
Ela: So, how are you?
Eu: I'm good, thank you dear...
Ela: Listen, I'm anxiously waiting for you to be my friend on Facebook
Eu: Didn't I tell you that I had closed my Facebook account? Actually, it's been a while now...
Ela: Yes you did, but I was hoping you'd get back...
Eu: No J. I'm not really into that stuff right now, I'm more into real people, you know... flesh and bone...
Ontem, ao telefone com ela:
Ela: So, how are you?
Eu: I'm good, thank you dear...
Ela: Listen, I'm anxiously waiting for you to be my friend on Facebook
Eu: Didn't I tell you that I had closed my Facebook account? Actually, it's been a while now...
Ela: Yes you did, but I was hoping you'd get back...
Eu: No J. I'm not really into that stuff right now, I'm more into real people, you know... flesh and bone...
23.10.09
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