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9.3.11

A namorada

Ontem conheci a namorada do meu ex-marido. Já a tinha visto antes, entreguei-lhe os miúdos um dia em que o pai não conseguiu regressar a Portugal no voo previsto, acho que por altura dos fumos do vulcão que perturbaram os percursos aéreos em toda a Europa, e o pai iria chegar mais tarde e pediu-me para entregar os miúdos à namorada que os levaria para um almoço qualquer. Achei-a simpática. Ontem falamos um pouco, mais uma vez, o pai de viagem e ela prontificou-se para os levar com os filhos dela para verem um desfile de Carnaval numa aldeia onde os pais dela têm casa. Levei-os até casa dela e ficamos à conversa. É uma mulher despachada, simples, inteligente e simpática. É bonita mas não é sofisticada. Gosto dela. Já gostava antes, porque os meus filhos gostam muito dela e dos filhos dela também. Gostam de estar em casa dela e os relatos são sempre muito alegres e entusiásticos. Trata-os bem sem no entanto ser demasiado permissiva nem a amigalhaça que os deixa fazer tudo. Disse-me que há regras em casa dela e que faz questão que sejam respeitadas, o que me agradou muito ouvir. As minhas amigas que já a conhecem tinham-me dito que é uma tipa porreira, sem merdas, assim como nós. Ontem pude comprovar que é mesmo. Disse-me também, na cara, que gostaria que eu a visse como uma amiga dos meus filhos e como minha amiga também. Respondi-lhe que sentia que sim, que era amiga dos meus filhos, que eles gostam muito dela e que isso me deixa muito contente. Não respondi à parte de ser minha amiga, acho que não faz muito sentido, mas acredito que é uma mulher que poderia perfeitamente sê-lo. Sem merdas.

9.7.10

Wake up

Tudo calmo, tudo em ordem. A vida rola sem pressa, sem sobressaltos, enfim. E de repente há uma pedrada no charco, algo que faz com que, nasça uma pontinha de agitação. Daquelas coisas que caem assim no nosso colo e que nos fazem pensar que afinal, quando menos se espera contecem coisas boas e nós nem fizemos nada, basta existirmos. Hoje de manhã, quando acordei e vi as horas no telemóvel reparei que tinha uma mensagem. Quando a li, fez-me precisamente este efeito, senti-me bem. Primeiro porque foi uma completa  surpresa, segundo porque o remetente da mesma demonstrou possuir uma característica que me agrada muito, pode até estar cagadinho de medo, mas faz-se à vida. Adoro.

10.3.10

Nem acredito

Estou tão, mas tão contente que nem sei. Tive uma belíssima surpresa hoje quando recebi uma mensagem de um amigo que já não vejo e com não tenho contacto há cerca de 20 anos. Éramos inseparáveis quando estudamos juntos e, ele não sabe mas o meu filho mais novo tem o nome dele. Ele descobriu-me e mandou-me mensagem, tão bom! É provavelmente a pessoa com o sentido de humor mais genial que alguma vez conheci, divertíamo-nos tanto os dois na escola, éramos tão amigos. Eu continuo, ao fim destes anos todos a gostar tanto dele como antes e ele de certeza que sente a mesma coisa. Os verdadeiros amigos não sentem o passar do tempo, a amizade não tem prazo de validade e não esmorece à conta do tempo ou da distância. Estou mortinha por estar com ele e saber tudo da vida dele nestes 20 anos, espero que seja em breve. Nem sequer sei onde ele está, mandei-lhe e-mail e só quero que seja amanhã para ter resposta. Estou mesmo contente.