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5.6.14

Resumo

Fiz anteontem teste de Linguística – sobre a história da língua portuguesa

Na próxima segunda feira apresento, na aula, um trabalho sobre sentimentos – em inglês
Algures durante a próxima semana tenho de entregar 3 páginas sobre a educação – em francês

Até ao final da próxima semana tenho de entregar 3 páginas sobre uma peça de teatro irlandesa – em inglês
Até 25 de Junho tenho de entregar 3 páginas relacionando “O processo” de Franz Kafka com “Todos os nomes” de José Saramago

Até 1 de Julho tenho de entregar um documentário, ou seja um vídeo de 20 minutos sobre um tema que já escolhi mas sobre o qual ainda não filmei um único segundo.
Acho que algures aqui pelo meio há um teste de Inglês, mas não é coisa que me consuma muito.

O resto, não sei como vou fazer… tenho algumas coisas alinhavadas na minha cabeça, mas não escrevi uma letra sequer.

 Apetece-me fugir.

13.7.10

Grande parva

Passei o dia agoniada como pensava que já não pudesse ficar. Ontem meti a pata na poça e hoje o medo atormentou-me até aos ossos. Fiz tudo ao contrário do que tinha prometido a mim própria fazer, que não ia responder a qualquer contacto. Pois, mas não. Eu sabia que um dia este gajo ia aparecer-me à frente, mas perturbou-me muito mais do que eu pensava. Ontem falei mais do que devia, talvez na tentativa de obter respostas a perguntas que sempre me fiz e mais valia ter estado quieta. Ele veio. Veio rondar, veio ver, veio tentar. Armei-me em esperta e fiz de conta que era forte. Estendi-lhe a corda e ele agarrou-a com unhas e dentes. Depois fiquei cagada de medo. Não sei como mas consegui erguer um muro. Aceitou. Só que é apenas uma questão de tempo, sei-o. Mas sei que não vou conseguir defender-me quando ele resolver saltar o muro, e agora ele também sabe.

31.5.10

Não

Não. Não gostei da sensação. Definitivamente não sirvo para isto, é contra a minha natureza. Fico aqui. A vaidade e a hipocrisia são coisas muito feias. A primeira, que de vez em quando me turva passa logo a seguir a clareza que, como água lava e leva consigo a estúpida ideia de que quem possui a segunda possa alguma vez removê-la, essa nódoa que se esconde não conseguindo porém disfarçar o desconforto.

13.1.10

Sometimes

you just know in your heart that you're right, and yet, you wish so damn hard you were wrong.

20.12.09

Aquiles

Depois de puxar a fita atrás, acho que já sei como é que estuporei o meu tendão. No sábado passado tive um jantar, não de Natal, mas um jantar que acontece todos os anos (... este foi o de 2008, atrasadíssimo portanto) onde me junto a mais de uma dúzia de amigas, algumas colegas de trabalho e outras não. Juntamo-nos, comemos e bebemos, e depois vamos dançar a qualquer lado. Então, aqui a nina resolveu empoleirar-se nuns sapatos de salto alto que não lhe magoam os pés. Pois... achando que se iria aguentar toda a noitinha a dançar. Mas aguentei-me, aguentei-me bem, os pés sobreviveram intactos, dancei toda a noite e nada, nem uma bolha, uma categoria. Fodi foi o tendão, mas isso é só um pormenor. Não dei por nada nem no sábado, nem no domingo nem na segunda. Só na terça é que acordei com a perna a doer-me. Não liguei nenhuma. Na quarta fui à farmácia comprar pomada para distensões musculares e meti uns anti-inflamatórios. Continuei a não ligar nenhuma. Na quinta, aquela merda não melhorava e ao fim do dia, já me doía não só a perna, como o tornozelo e também o pé. Alto e pára o baile! Médico imediatamente. Diagnóstico: tendão de Aquiles todo marado. E pronto, verifico que os saltos altos são o meu calcanhar de Aquiles, l-i-t-e-r-a-l-m-e-n-t-e !!! E assim o magnífico vestido que comprei para a passagem de Ano fica no armário para dar lugar às calças que serão acompanhadas das botas de salto raso. Está decidido.

8.12.09

A questão da idade

Há dias assaltou-me uma ideia, (e de revólver em punho a gaja...), que, confesso, me surpreendeu. Tenho 34 anos, já ia sendo tempo de começar a usar um creme anti-rugas não? Se calhar era bom. Isto nem parece meu, mas pensando bem, já tenho idade para uma série de coisas, agora que exploro esta coisa da idade. Se eu fizer uma "check list" pegando no exemplo da minha mãe é capaz de ser engraçado, ora vamos lá:

A minha mãe, quando tinha a minha idade:

- tinha 2 filhos, um de 10 (eu) e outro de 7
- era elegantéeeerrima e continua a ser
- usava saltos altíssimos a que chamamos "stilettos" agora
- usava saias travadas e casacos de peles
- fartava-se de trabalhar, tanto em casa como no trabalho
- tinha os pais a seu cargo, a mãe já incapacitada
- tinha um irmão solteiro a viver em sua casa que lhe "tocou" pois ficou a viver com os pais depois de se casar
- não tinha mulher a dias, fazia ela tudo o que envolve a manutenção de uma casa com 7 pessoas, sendo destas 2 velhos e 2 crianças
- continua casada com o meu pai, e no dia de hoje celebram 35 anos de casados.

Agora moi:

- tenho 2 filhos, um de 10 e outro de 6
- sou rechonchuda, luto contra o excesso de peso desde que me conheço e a tendência é piorar com a idade
- começo apenas agora a usar saltos altos, mas é esporadicamente e nem se comparam aos "stilettos" matadores da minha mãe
- uso basicamente jeans e casacos que descambam para o estilo motard, mas começo a piscar o olho a alguns vestidos
- farto-me de trabalhar, mas mais no trabalho do que em casa
- nunca tive ninguém a meu cargo além dos meus filhos
- em minha casa éramos 4, agora somos 3 e tenho mulher a dias uma vez por semana
- acabo de meter a papelada do divórcio ao fim de 12 anos de casamento

Hum, quer dizer... E eu a pensar que isto era capaz de ser engraçado, analisando o raio da lista não achei piadinha nenhuma, juro que não.

25.10.09

Pop up

Outra merda que embora não tendo sido nenhuma descoberta é de vez em quando confirmada. Destas merdas todas, há as que me perturbam, há as que são muito úteis na prevenção de posteriores dissabores, e há as que... as que... ora bem, há as que... não é que eu não soubesse já, mas... aquelas coisas que são... pronto, são aquelas coisas.

19.10.09

Trivia

Há coisas que me passam completamente ao lado, outras coisas não. Dentro das coisas que não me passam ao lado há aquelas que eu gostaria que me passassem. Preocupo-me com merdas que adoraria que não me preocupassem de todo, e fico lixada porque me martelam na cabeça pormenores que considero verdadeiras paneleirices. A saber:
Paneleirice #1
Ficar com vestígios de comida nos dentes é uma merda que me chateia. Se estou com malta conhecida, faço aquele sorriso forçado e mostro a cremalheira para verificação. Se não estou fico aflita e tenho de ir à casa de banho ver-me ao espelho. Só depois de ter a certeza que não há pedaços de azeitona ou folhas de alface presas nos dentes é que fico descansada e relaxo.
Paneleirice #2
Ficar com a cueca à mostra quando me sento é outra cena que me consome. Aderi à moda do fio dental (no questions asked please) e não sendo eu uma rapariga propriamente elegante, a visão da cuequita a espreitar no lombo não corresponde de todo ao imaginário sexy de ninguém. Se a cadeira for tapada fico na boa, se não for passo a vidinha a passar a mão nas costas para ter a certeza absoluta que a parte de cima cobre perfeitamente toda a zona perigosamente ridícula.
Paneleirice #3
Os óculos de sol, sempre os óculos de sol. Tenho de os ter sempre comigo, é estupidamente inexplicável.
Paneleirice #4
Aspirinas, tenho de ter sempre aspirinas. À falta delas, poderão pontualmente ser substituídas por outro analgésico qualquer mas não descanso enquanto não comprar aspirinas para ter sempre na carteira, é doentio. Já pareço o House com o Vicodin, só que não as meto sem ter dores de cabeça ou de dentes, não exageremos.
Paneleirice #5
Gosto de um determinado tipo de isqueiros, os Bic mas dos grandes, e pretos. São já bastante raros agora e sempre que os encontro à venda compro vários e guardo. Gosto de gastar o meu isqueiro até ao fim, e fico doente quando o perco ou alguém mo gama. Há gente com a mania de meter os isqueiros ao bolso. Fico podre quando me fazem essa merda, o que me obriga a estar sempre atenta ao paradeiro do meu isqueiro.
Paneleirice #6
Os cabelos brancos, que já são muitos, e que pinto de castanho-escuro, a minha cor natural. Ao fim de 2 semanas já brilham as raízes, e obviamente que num cabelo castanho-escuro se vêem lindamente. Odeio. Mais valia não ter começado. Tinha agora umas valentes madeixas grisalhas e cagava. Do mal, o menos, como a minha mãe é cabeleireira não preciso de apanhar secas nos salões das dondocas. Ela atende-me ou à hora de almoço ou à noite, conforme me der mais jeito.

Vou parar por aqui, já vou na meia dúzia, e levar com meia dúzia de paranóias de gaja, convenhamos, é o limite, até para mim. E já é muito, arre!

18.10.09

Manias e afins

Eu tenho a mania de sair de mim e olhar para mim como se fosse outra pessoa qualquer, com a vantagem de me conhecer melhor do que a outra pessoa qualquer. E às vezes percebo coisas que mais valia ficarem enterradinhas bem lá no fundo do subconsciente. Aquele tipo de informação totalmente desnecessária, que não contribui em nada para a felicidade de ninguém, completamente inútil. Se fosse sobre outra pessoa qualquer era igual ao litro, só que como é sobre mim é altamente perturbador.